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Editor: Cuidando Formación; Edición

ISBN: 8492713763

Monitorización ambulatoria de la presioón arterial en situaciones especificas (Avenzoar)

Ecocardiografia De Feigenbaum (7ª Ed.)

Bases fisiológicas del metabolismo lipídico (Capítulo del libro Control global del riesgo cardiometabólico ): 1

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Del análisis del ambiente interno se justifica debido a que cuenta con la decisión de apoyo por parte del Rector de la Universidad, sus Directivos, la Gobernación, la Asamblea Departamental, el Comité Pro- facultad de Medicina y el pueblo boyacense. Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC). M�dico Auditor de Servi�os de Sa�de SES/MS. Hospital General Universitario Gregorio Marañón. Aunque haya captado correctamente el oxígeno, la hemoglobina lo libera a la células bajo ciertas condiciones particulares (temperatura, acidez, contenido en gas carbónico) Si algunas de estas condiciones internas de los tejidos cambia la hemoglobina no liberará el oxígeno o la células no lo podrán captar.

R1-R2 hipofonéticos, crepitantes biba- sales, IY(+), edemas en miembros inferiores. Laboratorio: Leucocitos 23.000 mil/mm3, VSG 40 mm, Troponina (+). Ecocardiograma: derrame pericárdico, con signos incipientes de taponamiento cardíaco. Radiografía y TAC de tórax: derrame pleural bilateral, imagen basal izquierda con patrón alve- olar y adenomegalias mediastinales PROBLEMAS CARDIOVASCULARES en línea. Mala respuesta al tratamiento antibiótico. Con diagnóstico probable de intersticiopatía asociada a fármacos se ini- Libro de Resúmenes • 110 • cia tratamiento con metilprednisolona 1500 mg dividido en 3 pulsos y luego azatioprina 2 mg/kg/día más meprednisona 40mg por día , e.g. Manual de directrices e informes científicos de la AHA Manual de directrices e informes. Madrid. - Cirujano General y del Aparato Digestivo. Las Palmas de Gran Canarias. -Medico Interno Residente en el Hospital Universitario Virgen Macarena, Sevilla. -Master Oficial en Conocimiento Actual en Enfermedades Raras. Universidad Pablo de Olavide de Sevilla -Facultativo Especialista de Área en el Servicio de Medicina Interna de Hospital Vithas Santa Catalina. - Licenciado en Medicina y Cirugía descargar PROBLEMAS CARDIOVASCULARES epub. A Ministra da Sa�de, Ana Maria Teodoro Jorge, em 20 de Julho de 2010. A forma��o espec�fica no internato m�dico de Medicina Interna tem a dura��o de 60 meses (cinco anos, a que correspondem 55 meses efectivos de forma��o) e � antecedida por uma forma��o gen�rica, partilhada por todas as especialidades, designada por ano comum. 1 - Dura��o - 12 meses. 2 - Blocos formativos e sua dura��o: a) Medicina interna - quatro meses; b) Pediatria geral - dois meses; c) Obstetr�cia - um m�s; d) Cirurgia geral - dois meses; e) Cuidados de sa�de prim�rios - tr�s meses. 3 - Preced�ncia. - A frequ�ncia com aproveitamento de todos os blocos formativos do ano comum � condi��o obrigat�ria para que o m�dico interno inicie a forma��o espec�fica. 4 - Equival�ncia. - Os blocos formativos do ano comum n�o substituem e n�o t�m equival�ncia a eventuais est�gios com o mesmo nome da forma��o espec�fica. 1.1 - A medicina interna ocupa-se da preven��o, diagn�stico e orienta��o da terap�utica curativa n�o cir�rgica das doen�as de �rg�os e sistemas ou das afec��es multi-sist�micas dos adolescentes, adultos e idosos. 1.2 - A vis�o integradora da constela��o de caracter�sticas fisiol�gicas e patol�gicas do doente e a articula��o com as pr�ticas de outras especialidades definem a sua ess�ncia. 1.3 - Esta especialidade exerce-se em cl�nica de internamento, de ambulat�rio, cl�nica de urg�ncia/emerg�ncia dos estados cr�ticos. 1.4 - A variedade nosol�gica n�o permite o estabelecimento de compartimenta��es r�gidas relativas aos objectivos dos conhecimentos, exigindo-se ao m�dico interno de medicina interna a constru��o de um edif�cio te�rico multidisciplinar que, em conjunto com a aquisi��o de uma experi�ncia pr�tica s�lida e variada, lhe permita a resolu��o de problemas cl�nicos progressivamente mais complexos. 2 - Dura��o da forma��o espec�fica - 60 meses. 3 - Estrutura, dura��o e sequ�ncia dos est�gios: 3.1 - Estrutura e dura��o dos est�gios: 3.1.1 - Medicina interna - dura��o m�nima de 42 meses; 3.1.2 - Medicina de cuidados intensivos polivalentes - est�gio obrigat�rio de seis meses em unidade polivalente; 3.1.3 - Est�gios opcionais - dura��o at� 12 meses. 3.1.3.1 - Os est�gios opcionais realizam-se em servi�os ou unidades com idoneidade formativa reconhecida que permitam assegurar tiroc�nios que interessem ao plano de treino, definido pelo interno e seu orientador de forma��o, ouvido o director do servi�o onde est� colocado. 3.1.3.2 - Cada um dos est�gios opcionais n�o poder� ter uma dura��o inferior a tr�s meses. 3.1.3.3 - Recomendam-se os seguintes est�gios opcionais nas �reas referidas: 3.2 - Sequ�ncia dos est�gios: 3.2.1 - O primeiro e o �ltimo ano do internato s�o desejavelmente efectuados em servi�o de medicina interna, obedecendo os restantes est�gios ao plano de forma��o aprovado em cada institui��o. 4 - Local de forma��o para cada est�gio: 4.1 - Est�gio de medicina interna - servi�o de medicina interna. 4.2 - Est�gio de medicina de cuidados intensivos polivalentes - servi�o ou unidade de cuidados intensivos polivalentes. 4.3 - Est�gios opcionais - servi�o ou unidade cujo exerc�cio permita o cumprimento do plano e dos objectivos do tiroc�nio. 4.4 - N�o s�o considerados v�lidos os est�gios que n�o contemplem actividade cl�nica ou desempenho. 4.5 - Os servi�os ou unidades respons�veis pelos est�gios devem possuir obrigatoriamente um plano de forma��o que respeite o programa m�nimo definido, nomeando um respons�vel de est�gio para acompanhamento do m�dico interno. 5 - Objectivos dos est�gios: 5.1 - Est�gio em medicina interna: 5.1.1 - Objectivos de desempenho: 5.1.1.1 - Durante a totalidade do internato, o interno deve adquirir progressiva autonomia nos seguintes itens: a) Colheita e elabora��o de hist�rias cl�nicas, elabora��o de diagn�stico diferencial, emiss�o de diagn�sticos cl�nicos provis�rios, solicita��o de exames complementares de diagn�stico, interpreta��o de anomalias cl�nico-laboratoriais, integra��o de todos os elementos de investiga��o cl�nica, obten��o de um diagn�stico final, prescri��o e realiza��o de um protocolo terap�utico e defini��o de um progn�stico; b) Apresenta��o oral clara, extensa ou resumida (em forma de ep�crise) de casos cl�nicos, em visita m�dica ou reuni�o cl�nica; c) Capacidade de apresenta��o sum�ria de um conjunto de doentes, em visita m�dica, reuni�o de servi�o ou transfer�ncia de turno de urg�ncia; d) Realiza��o de nota de alta ou transfer�ncia; e) Participa��o activa em reuni�es cl�nicas; g) Realiza��o/participa��o activa em sess�es tem�ticas ou de revis�o bibliogr�fica; h) Assimila��o e emprego com conveni�ncia das regras que regem a solicita��o de servi�os de outras especialidades; i) Integra��o nas equipas de urg�ncia interna; j) Integra��o nas equipas de urg�ncia externa por per�odos de 12 horas semanais, com forma��o em exerc�cio, sob tutela de um especialista de medicina interna, em todos os sectores que constituem o servi�o de urg�ncia, sendo esta actividade reconhecida como fundamental na forma��o em medicina interna, pelo que a explana��o das compet�ncias adquiridas nesta �rea e a reflex�o sobre a respectiva casu�stica ser�o relevantes para a avalia��o final; l) Integra��o na consulta externa e reflex�o cr�tica sobre a casu�stica respectiva; m) Execu��o das seguintes t�cnicas: 1) Pun��o e canaliza��o das veias perif�ricas; 9) Outras t�cnicas de colheita de tecidos para estudo histol�gico; n) Conhecimento dos princ�pios de estat�stica aplicados �s ci�ncias biol�gicas e ou capacidade de utiliza��o e interpreta��o de programas inform�ticos de tratamento e an�lise estat�stica na �rea biom�dica; o) Conhecimento e aplica��o dos consensos de �tica e da deontologia m�dicas; p) Participa��o em publica��es cl�nicas ou cient�ficas; q) Participa��o em cursos de p�s-gradua��o (nacionais ou estrangeiros) de interesse e m�rito reconhecidos; r) Elabora��o e execu��o de projectos de investiga��o; s) Integra��o em n�cleos de ensino pr� ou p�s-graduado; t) Participa��o em ac��es de consultadoria a outras especialidades, em regime tutelado. 5.1.2 - Objectivos de conhecimento - para o 1.�, 2.�, 3.�, 4.� e 5.� anos - etiopatogenia, epidemiologia, fisiopatologia, anatomia patol�gica, semiologia cl�nica e laboratorial, diagn�stico e terap�utica de entidades nosol�gicas inclu�das nas seguintes �reas: t) Toxicologia e subst�ncias de abuso. 5.2 - Est�gio em medicina de cuidados intensivos polivalentes: 5.2.1 - Objectivos de desempenho - execu��o de t�cnicas de diagn�stico e terap�utica em doentes em cuidados intensivos, nomeadamente: b) Monitoriza��o cl�nica e laboratorial da fun��o respirat�ria; c) Cateterismo venoso central percut�neo; d) Cateterismo venoso e arterial; e) Entuba��o endotraqueal e manuten��o da via a�rea; f) Suporte ventilat�rio mec�nico e suas diferentes modalidades; g) Suporte nutricional ent�rico e parent�rico; h) Instala��o de estimulador card�aco transvenoso provis�rio; l) T�cnicas de analgesia e seda��o. 5.2.2 - Objectivos de conhecimento: a) Conhecimento de crit�rios de admiss�o e alta das unidades de cuidados intensivos; b) Vigil�ncia e monitoriza��o (invasiva/n�o invasiva) de doentes em estado cr�tico; c) Reanima��o e terap�utica do choque; e) Altera��es do equil�brio hidroelectrol�tico e �cido-base; f) Emprego de solu��es parenterais; g) Transfus�o de sangue e derivados; h) Fisiopatologia e terap�utica das altera��es agudas da coagula��o; i) Fisiopatologia e terap�utica substitutiva das situa��es de insufici�ncia respirat�ria; j) Fisiopatologia e terap�utica substitutiva das situa��es de insufici�ncia renal; l) Fisiopatologia e terap�utica substitutiva das situa��es agudas do sistema cardiovascular; m) Fisiopatologia e terap�utica da insufici�ncia hep�tica aguda e das hemorragias gastrentestinais; n) Fisiopatologia e terap�utica das crises end�crinas agudas; o) Abordagem da infec��o grave e sepsia; p) Avalia��o e tratamento em p�s-operat�rio; q) Abordagem do grande traumatizado; r) Abordagem das principais intoxica��es. 5.3.1 - Recomenda-se a realiza��o de est�gios opcionais de acordo com o regulamentado no n.� 3.1.3. 5.3.2 - Os est�gios opcionais implicam obrigatoriamente: b) Exist�ncia de objectivos de conhecimento: 1) Etiologia, fisiopatologia, cl�nica, diagn�stico, terap�utica e progn�stico das entidades nosol�gicas; 2) Monitoriza��o da actividade das doen�as com recurso a protocolos validados (quando existentes) e seu reflexo na decis�o terap�utica. 6.1 - A avalia��o � feita de acordo com o estabelecido no Regulamento do Internato M�dico. 6.2 - Avalia��o do desempenho - desempenho individual: a) Capacidade de execu��o t�cnica - pondera��o 3; b) Interesse pela valoriza��o profissional - pondera��o 3; c) Responsabilidade profissional - pondera��o 2; d) Rela��es humanas no trabalho - pondera��o 2. 6.3 - Avalia��o de conhecimentos: 6.3.1 - A avalia��o quantitativa dos est�gios opcionais far� m�dia ponderada com a nota obtida na avalia��o de conhecimentos referente ao ano respectivo. 6.3.2 - As restantes avalia��es de conhecimentos, no final de cada est�gio ou por cada 12 meses de internato, consistem em: a) Aprecia��o do relat�rio de actividades e trabalhos produzidos pelo m�dico interno; b) Discuss�o das mat�rias estabelecidas como objectivos de conhecimentos para o est�gio ou per�odo de est�gio; c) Discuss�o de um relat�rio escrito, constru�do com base na entrevista e observa��o de um doente, onde constem o diagn�stico, a terap�utica e a ep�crise. 7 - Avalia��o final do internato: 7.1 - As provas de avalia��o final e a composi��o do j�ri nacional obedecem ao disposto no Regulamento do Internato M�dico. 8.1 - O presente programa entra em vigor em 1 de Janeiro de 2011 e aplica-se aos m�dicos internos que iniciam a forma��o espec�fica do internato a partir dessa data Neuropatía autonómica descargar en línea Neuropatía autonómica cardiovascular en.

Contudo, e apesar de recentemente o hospital ter cedido um espaço para o Serviço desenvolver atividade nesta área, “as condições em termos físicos ainda não são as melhores” Resincronización cardíaca Resincronización cardíaca. Nombramiento de Director de Centro de Salud en 2012. Miembro del Equipo Médico de la Plaza de Toros de Fuenlabrada (Madrid) desde el año 2003. Miembro de la Sociedad Española de Medicina Familiar y Comunitaria. LA MEDICINA INTERNA ES LA RAMA DE LA MEDICINA QUE SE ENCARGA DE ESTUDIAR LAS ENFERMEDADES DE LOS ORGANOS INTERNOS, DE LA CUAL SE DERIVAN SUB ESPECIALIDADES COMO LA CARDIOLOGIA, NEUMOLOGIA, GASTROENTEROLOGIA,NEUROLOGIA,INFECTOLOGIA,ENDOCRINOLOGIA,HEMATOLOGIA Diabetes (Salud) Diabetes (Salud). Copyright © 2015 Editora Guanabara Koogan Ltda. Figura 7.8 Gráfico da “teoria Romano” de resposta ao trauma frente ao segundo gatilho da inflamação versus controle de danos ortopédicos Cómo entender un electrocardiograma Cómo entender un electrocardiograma. GONZALES SOSA INTRODUCCIÓN MEDICINA INTERNA: La medicina interna es una especialidad médica que se dedica a la atención integral del adulto enfermo ingresado en un hospital. Dentro de este campo quedaron excluidas las enfermedades quirúrgicas, las obstétricas y las pediátricas, que, asimismo, constituyeron otras especialidades... * Metas * Foda * Normas * Políticas * Valores * Calculo del personal * Rol de Servicio * Organigrama * Croquis del.. ref.: Insuficiencia Cardíaca. Datos para el debate. Insuficiencia Cardíaca. Datos para el.

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CONCLUSION: El síndrome de DRESS es una reacción adversa y grave a medica- mentos, caracterizada por rash, afectación de órganos internos y al- teraciones hematológicas. Miércoles 11 - Lugones A REACCIONES DE HIPERSENSIBILIDAD A MEDICAMENTOS EN PACIENTES AMBULATORIOS EN UN HOSPITAL POLIVANTE ORDOÑEZ,Marcela;CUCATTI,MariaEugenia;FURLOTTI,Vanesa; HAGGI,Silvana Hospital Misericordia INTRODUCCIÓN: Se define reacción adversa a un medicamento (RAM) a cualquier efecto no deseado producido tras la administra- ción a dosis terapéuticas, con la finalidad de tratar prevenir o diag- nosticar una patología Avances en insuficiencia leer pdf Avances en insuficiencia cardiaca:. OBJETIVO: investigar la posible relación entre la presencia del alelo D del gen de ACE y variables bioquímicas relacionadas con la clínica de pacientes chagásicos en muestras de dos poblaciones, Rosario del Saladillo y barrio Argüello de Córdoba capital en un estudio transversal, retrospectivo descrip- tivo, con muestreo por conveniencia SISTEMA CARDIOVASCULAR PARA ESTUDIANTES DE MEDICINA SISTEMA CARDIOVASCULAR PARA ESTUDIANTES. A fost infiintata sub denumirea de Clinica II Medicala, in anul 1949, functionand in cadrul stationarului fostei Case de Asigurari Sociale, mutandu-se in 1951 la Spitalul Bega, unde isi desfasoara activitatea sub denumirea de Semiologie Medicala pana in 1974 , source: Urgencias Cardiovasculares descargar pdf Urgencias Cardiovasculares. Infrecuen- temente se produce una compresión de las raíces de la cola de ca- ballo que da origen al “síndrome de la cola de caballo intermitente”, caracterizado por incontinencia fecal o urinaria, impotencia sexual y menos frecuentemente por priapismo en bipedestación. CASO CLÍNICO: Paciente masculino de 41 años con antecedentes de HTA sin tratamiento, sobrepeso y plagiocefalia consulta por servicio de guardia por presentar desde hace 2 años parestesias, dolor y de- bilidad en miembros inferiores que se acentuaban con la bipedes- tación y empeoraban con el comienzo de la marcha, obligando al paciente a adquirir el reposo ref.: Cardiología pediátrica Cardiología pediátrica. Universidad de Chile, institución de educación superior estatal y pública, dedicada a la docencia de carreras pregrado y programas de postgrado y postítulo, investigación, creación y extensión , cited: Urgencias Cardiovasculares leer en línea Urgencias Cardiovasculares.

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