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Editor: Formación Alcalá, S.L. (3 de marzo de 2016)

ISBN: 849124669X

Arritmias. Clasificación, fisiopatología, diagnóstico y tratamiento.

Miércoles 11 - Lugones A NUTRICIÓN PARENTERAL RICA EN ÁCIDOS GRASOS OMEGA 3: UNA ESTRATEGIA ANTIINFLAMATORIA? Solo un 14 % de la población mundial tiene acceso a un tratamiento integral de cese del hábito tabáquico. En nuestro enfermo el FRA fue por NTA NTIA y obstrucción tubular por cristales como RAM Aciclovir. Laboratorio: anemia normocítica, trom- bocitosis :930.000, linfopenia: 4,1 linfocitos: 8%, VSG 127mm, FAL: 244, GGT: 408, LDH:263, PCR + 12,4, ferritina:790 y resto normal.

As lesões causadas por força direta são, na maioria das vezes, consideradas sérias por destruí­rem tecido mole local e contaminarem a ferida, contudo, frequentemente os efeitos das forças indiretas são gravemente subestimados leer ENFERMEDADES DEL PERICARDIO en línea. En XXVII Congreso Nacional de la Sociedada Española de Medicina Interna, 25 a 28 de octubre, Salamanca. Publicado en Revista Clinica Española 2006; 206 Supl 3: 28-351. 69. Recomendaciones sobre el uso de terapias biológicas en las enfermedads autoinmunes sistémicas: bases preliminares , e.g. Ecg - pautas de descargar aquí Ecg - pautas de electrocardiografia (2ª. CIRUGÍA: Se reserva a instancias de perforación abdominal o ruptura al pericardio. 49. Fractura luxación de Monteggia R = Luxación de la cabeza del radio acompañada de fractura de la zona proximal del cúbito, puede deberse a una caída sobre el brazo en extensión e hiperpronación del antebrazo. En los adultos el tratamiento es quirúrgico. 50 Outcomes Research in Therapy leer en línea Outcomes Research in Therapy for Heart. Sono presenti l’Internista, il gastroenterologo, l’Endocrinologo, il Cardiologo, il Pneumologo e l’Ematologo, sia in ambito ambulatoriale sia in corsia nel caso di ricovero del paziente. Non è, questo, luogo di Medicina d’Urgenza, quanto piuttosto di valutazione attenta, dedita e consapevole del paziente che necessita di inquadramento diagnostico o di stabilizzazione e ottimizzazione di terapia o, ancora, di recupero nel breve-medio termine di situazioni post-chirurgiche El Paciente en la Unidad leer aquí El Paciente en la Unidad Coronaria.. Actividad acreditada por el Consejo Catalán de la Formación Médica Continuada-Comisión de Formación Continuada del Sistema Nacional de Salud, con 0,8 créditos. 43 , e.g. Manual de comorbilidad descargar epub Manual de comorbilidad cardiovascular y. Hospital Còrdoba INTRODUCCIÓN: el síndrome hipereosinofílico se define por un re- cuento de eosinófilos de más de 1500 y daño en los órganos. La dis- función cardíaca se produce con frecuencia y es causa de morbi/mortalidad , source: PROBLEMAS CARDIOVASCULARES descargar gratis PROBLEMAS CARDIOVASCULARES.

La revista también contribuye a la actualización de los internistas hospitalarios sobre temas generales relativos a la salud pública, incluyendo,temas de política económica y de salud legales éticos Embriología humana y biología del desarrollo + Student Consult Embriología humana y biología del. La denominación de Medicina Interna parece que tuvo su origen en Alemania, en 1880 , cited: Nefropatía diabética (Capítulo leer epub Nefropatía diabética (Capítulo del libro. La edad promedio fue de 68 años;4 con antecedentes patológicos de relevancia:2, diabetes mellitus;1,artritis reumatoidea y 1,TBC pul- monar Diabetes monogénica y Diabetes hacer clic en línea Diabetes monogénica y Diabetes Latente. A Ministra da Sa�de, Ana Maria Teodoro Jorge, em 20 de Julho de 2010. A forma��o espec�fica no internato m�dico de Medicina Interna tem a dura��o de 60 meses (cinco anos, a que correspondem 55 meses efectivos de forma��o) e � antecedida por uma forma��o gen�rica, partilhada por todas as especialidades, designada por ano comum. 1 - Dura��o - 12 meses. 2 - Blocos formativos e sua dura��o: a) Medicina interna - quatro meses; b) Pediatria geral - dois meses; c) Obstetr�cia - um m�s; d) Cirurgia geral - dois meses; e) Cuidados de sa�de prim�rios - tr�s meses. 3 - Preced�ncia. - A frequ�ncia com aproveitamento de todos os blocos formativos do ano comum � condi��o obrigat�ria para que o m�dico interno inicie a forma��o espec�fica. 4 - Equival�ncia. - Os blocos formativos do ano comum n�o substituem e n�o t�m equival�ncia a eventuais est�gios com o mesmo nome da forma��o espec�fica. 1.1 - A medicina interna ocupa-se da preven��o, diagn�stico e orienta��o da terap�utica curativa n�o cir�rgica das doen�as de �rg�os e sistemas ou das afec��es multi-sist�micas dos adolescentes, adultos e idosos. 1.2 - A vis�o integradora da constela��o de caracter�sticas fisiol�gicas e patol�gicas do doente e a articula��o com as pr�ticas de outras especialidades definem a sua ess�ncia. 1.3 - Esta especialidade exerce-se em cl�nica de internamento, de ambulat�rio, cl�nica de urg�ncia/emerg�ncia dos estados cr�ticos. 1.4 - A variedade nosol�gica n�o permite o estabelecimento de compartimenta��es r�gidas relativas aos objectivos dos conhecimentos, exigindo-se ao m�dico interno de medicina interna a constru��o de um edif�cio te�rico multidisciplinar que, em conjunto com a aquisi��o de uma experi�ncia pr�tica s�lida e variada, lhe permita a resolu��o de problemas cl�nicos progressivamente mais complexos. 2 - Dura��o da forma��o espec�fica - 60 meses. 3 - Estrutura, dura��o e sequ�ncia dos est�gios: 3.1 - Estrutura e dura��o dos est�gios: 3.1.1 - Medicina interna - dura��o m�nima de 42 meses; 3.1.2 - Medicina de cuidados intensivos polivalentes - est�gio obrigat�rio de seis meses em unidade polivalente; 3.1.3 - Est�gios opcionais - dura��o at� 12 meses. 3.1.3.1 - Os est�gios opcionais realizam-se em servi�os ou unidades com idoneidade formativa reconhecida que permitam assegurar tiroc�nios que interessem ao plano de treino, definido pelo interno e seu orientador de forma��o, ouvido o director do servi�o onde est� colocado. 3.1.3.2 - Cada um dos est�gios opcionais n�o poder� ter uma dura��o inferior a tr�s meses. 3.1.3.3 - Recomendam-se os seguintes est�gios opcionais nas �reas referidas: 3.2 - Sequ�ncia dos est�gios: 3.2.1 - O primeiro e o �ltimo ano do internato s�o desejavelmente efectuados em servi�o de medicina interna, obedecendo os restantes est�gios ao plano de forma��o aprovado em cada institui��o. 4 - Local de forma��o para cada est�gio: 4.1 - Est�gio de medicina interna - servi�o de medicina interna. 4.2 - Est�gio de medicina de cuidados intensivos polivalentes - servi�o ou unidade de cuidados intensivos polivalentes. 4.3 - Est�gios opcionais - servi�o ou unidade cujo exerc�cio permita o cumprimento do plano e dos objectivos do tiroc�nio. 4.4 - N�o s�o considerados v�lidos os est�gios que n�o contemplem actividade cl�nica ou desempenho. 4.5 - Os servi�os ou unidades respons�veis pelos est�gios devem possuir obrigatoriamente um plano de forma��o que respeite o programa m�nimo definido, nomeando um respons�vel de est�gio para acompanhamento do m�dico interno. 5 - Objectivos dos est�gios: 5.1 - Est�gio em medicina interna: 5.1.1 - Objectivos de desempenho: 5.1.1.1 - Durante a totalidade do internato, o interno deve adquirir progressiva autonomia nos seguintes itens: a) Colheita e elabora��o de hist�rias cl�nicas, elabora��o de diagn�stico diferencial, emiss�o de diagn�sticos cl�nicos provis�rios, solicita��o de exames complementares de diagn�stico, interpreta��o de anomalias cl�nico-laboratoriais, integra��o de todos os elementos de investiga��o cl�nica, obten��o de um diagn�stico final, prescri��o e realiza��o de um protocolo terap�utico e defini��o de um progn�stico; b) Apresenta��o oral clara, extensa ou resumida (em forma de ep�crise) de casos cl�nicos, em visita m�dica ou reuni�o cl�nica; c) Capacidade de apresenta��o sum�ria de um conjunto de doentes, em visita m�dica, reuni�o de servi�o ou transfer�ncia de turno de urg�ncia; d) Realiza��o de nota de alta ou transfer�ncia; e) Participa��o activa em reuni�es cl�nicas; g) Realiza��o/participa��o activa em sess�es tem�ticas ou de revis�o bibliogr�fica; h) Assimila��o e emprego com conveni�ncia das regras que regem a solicita��o de servi�os de outras especialidades; i) Integra��o nas equipas de urg�ncia interna; j) Integra��o nas equipas de urg�ncia externa por per�odos de 12 horas semanais, com forma��o em exerc�cio, sob tutela de um especialista de medicina interna, em todos os sectores que constituem o servi�o de urg�ncia, sendo esta actividade reconhecida como fundamental na forma��o em medicina interna, pelo que a explana��o das compet�ncias adquiridas nesta �rea e a reflex�o sobre a respectiva casu�stica ser�o relevantes para a avalia��o final; l) Integra��o na consulta externa e reflex�o cr�tica sobre a casu�stica respectiva; m) Execu��o das seguintes t�cnicas: 1) Pun��o e canaliza��o das veias perif�ricas; 9) Outras t�cnicas de colheita de tecidos para estudo histol�gico; n) Conhecimento dos princ�pios de estat�stica aplicados �s ci�ncias biol�gicas e ou capacidade de utiliza��o e interpreta��o de programas inform�ticos de tratamento e an�lise estat�stica na �rea biom�dica; o) Conhecimento e aplica��o dos consensos de �tica e da deontologia m�dicas; p) Participa��o em publica��es cl�nicas ou cient�ficas; q) Participa��o em cursos de p�s-gradua��o (nacionais ou estrangeiros) de interesse e m�rito reconhecidos; r) Elabora��o e execu��o de projectos de investiga��o; s) Integra��o em n�cleos de ensino pr� ou p�s-graduado; t) Participa��o em ac��es de consultadoria a outras especialidades, em regime tutelado. 5.1.2 - Objectivos de conhecimento - para o 1.�, 2.�, 3.�, 4.� e 5.� anos - etiopatogenia, epidemiologia, fisiopatologia, anatomia patol�gica, semiologia cl�nica e laboratorial, diagn�stico e terap�utica de entidades nosol�gicas inclu�das nas seguintes �reas: t) Toxicologia e subst�ncias de abuso. 5.2 - Est�gio em medicina de cuidados intensivos polivalentes: 5.2.1 - Objectivos de desempenho - execu��o de t�cnicas de diagn�stico e terap�utica em doentes em cuidados intensivos, nomeadamente: b) Monitoriza��o cl�nica e laboratorial da fun��o respirat�ria; c) Cateterismo venoso central percut�neo; d) Cateterismo venoso e arterial; e) Entuba��o endotraqueal e manuten��o da via a�rea; f) Suporte ventilat�rio mec�nico e suas diferentes modalidades; g) Suporte nutricional ent�rico e parent�rico; h) Instala��o de estimulador card�aco transvenoso provis�rio; l) T�cnicas de analgesia e seda��o. 5.2.2 - Objectivos de conhecimento: a) Conhecimento de crit�rios de admiss�o e alta das unidades de cuidados intensivos; b) Vigil�ncia e monitoriza��o (invasiva/n�o invasiva) de doentes em estado cr�tico; c) Reanima��o e terap�utica do choque; e) Altera��es do equil�brio hidroelectrol�tico e �cido-base; f) Emprego de solu��es parenterais; g) Transfus�o de sangue e derivados; h) Fisiopatologia e terap�utica das altera��es agudas da coagula��o; i) Fisiopatologia e terap�utica substitutiva das situa��es de insufici�ncia respirat�ria; j) Fisiopatologia e terap�utica substitutiva das situa��es de insufici�ncia renal; l) Fisiopatologia e terap�utica substitutiva das situa��es agudas do sistema cardiovascular; m) Fisiopatologia e terap�utica da insufici�ncia hep�tica aguda e das hemorragias gastrentestinais; n) Fisiopatologia e terap�utica das crises end�crinas agudas; o) Abordagem da infec��o grave e sepsia; p) Avalia��o e tratamento em p�s-operat�rio; q) Abordagem do grande traumatizado; r) Abordagem das principais intoxica��es. 5.3.1 - Recomenda-se a realiza��o de est�gios opcionais de acordo com o regulamentado no n.� 3.1.3. 5.3.2 - Os est�gios opcionais implicam obrigatoriamente: b) Exist�ncia de objectivos de conhecimento: 1) Etiologia, fisiopatologia, cl�nica, diagn�stico, terap�utica e progn�stico das entidades nosol�gicas; 2) Monitoriza��o da actividade das doen�as com recurso a protocolos validados (quando existentes) e seu reflexo na decis�o terap�utica. 6.1 - A avalia��o � feita de acordo com o estabelecido no Regulamento do Internato M�dico. 6.2 - Avalia��o do desempenho - desempenho individual: a) Capacidade de execu��o t�cnica - pondera��o 3; b) Interesse pela valoriza��o profissional - pondera��o 3; c) Responsabilidade profissional - pondera��o 2; d) Rela��es humanas no trabalho - pondera��o 2. 6.3 - Avalia��o de conhecimentos: 6.3.1 - A avalia��o quantitativa dos est�gios opcionais far� m�dia ponderada com a nota obtida na avalia��o de conhecimentos referente ao ano respectivo. 6.3.2 - As restantes avalia��es de conhecimentos, no final de cada est�gio ou por cada 12 meses de internato, consistem em: a) Aprecia��o do relat�rio de actividades e trabalhos produzidos pelo m�dico interno; b) Discuss�o das mat�rias estabelecidas como objectivos de conhecimentos para o est�gio ou per�odo de est�gio; c) Discuss�o de um relat�rio escrito, constru�do com base na entrevista e observa��o de um doente, onde constem o diagn�stico, a terap�utica e a ep�crise. 7 - Avalia��o final do internato: 7.1 - As provas de avalia��o final e a composi��o do j�ri nacional obedecem ao disposto no Regulamento do Internato M�dico. 8.1 - O presente programa entra em vigor em 1 de Janeiro de 2011 e aplica-se aos m�dicos internos que iniciam a forma��o espec�fica do internato a partir dessa data descargar ENFERMEDADES DEL PERICARDIO pdf.

Riesgo cardiovascular y estrés oxidativo en el envejecimiento

R = Las manifestaciones clínicas de la pelagra incluyen diarrea, dermatitis con descamación y demencia. Forma activa de la vitamina B1 R = El pirofosfato de tiamina es la forma activa de la vitamina B1. Que produce la deficiencia de vitamina A R = La ceguera nocturna es el padecimiento producido por la deficiencia de vitamina. La deficiencia de folatos y/o B12 que produce Curso ""Crash De ""Mosby"" Lo descargar pdf Curso ""Crash De ""Mosby"" Lo Esencial. Ecocardio:Fey:31%,AI:4,2Rao:3,0, VIDFD:6,4,VIDFS: 5,0 Cardiología General Básica: 2 leer epub Cardiología General Básica: 2. In Fenner W, editor: Quick reference to veterinary medicine, ed 2, Philadelphia, 1991, JB Lippincott.) salmente para o arco aórtico, que se curva à direita. Esses sopros também se irradiam pela artéria carótida e, ocasionalmente, podem ser ouvidos no calvário. Sopros sistólicos de ejeção, macios (graus I-II/VI), não patológicos (funcionais) são comuns em cães Hounds, Boxers, e outras raças grandes; eles podem estar relacionados a um grande volume sistólico, bem como a características do trato do fluxo de saída do ventrículo esquerdo relacionadas a raças descargar en línea ENFERMEDADES DEL PERICARDIO pdf, azw (kindle), epub, doc, mobi. Couto recebeu o Norden Distinguished Teaching Award; o OSU Clinical Teaching Award; the BSAVA Bourgelat Award, por sua extraordinária contribuição à medicina de pequenos animais; o OTS Service Award; Legend of Small Animal Internal Medicine Award, Kansas State University, Department of Veterinary Clinical Sciences; o Faculty Achievement Award, da American Association of Veterinary Clinicians; e o Class of 2013 Teaching Award, The Ohio State University College of Veterinary Medicine , cited: PALABRAS CLAVE PARA EL SISTEMA CARDIOVASCULAR PALABRAS CLAVE PARA EL SISTEMA. CASO 2: Masculino de 58 años de edad consulta por presentar debilidad y hormigueo en las extremidades distales de MMII, que días después se acompaño de dolor urente de intensidad 10/10, localizado que imposibilitaba la marcha, que luego se exten- dió a MMSS. Debilidad en extensión de ambas manos y disminución de sensibilidad distal en MMSS- MMII ref.: Miniatlas Enfermedad aterotrombótica Miniatlas Enfermedad aterotrombótica.

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Docente da graduação e da pós-graduação Strictu sensu da Universidade de Santo Amaro (UNISA) Braunwald. Cardiología en descargar libro Braunwald. Cardiología en atención. Ruiz Laiglesia Álvaro Flamarique Pascual Servicio de Medicina Interna

El equipo médico y de enfermería de Atención Primaria ante el paciente en riesgo de sufrir insuficiencia cardiaca. Ruiz Laiglesia Álvaro Flamarique Pascual Servicio de Medicina Interna Hospital Clínico Universitario Zaragoza. Noviembre 2009. - PowerPoint PPT Presentation El equipo médico y de enfermería de Atención Primaria ante el paciente en riesgo de sufrir insuficiencia cardiaca Fernando J Tratado De Medicina Cardiovascular Tratado De Medicina Cardiovascular. PUNCION LUMBAR 19/4: cristal de roca, aspecto ligeramente turbio, glucosa 23 mg%, proteínas 39 mg %, leucocitos 1500 cel/mm3 con 80 % de linfocitos. SE INTERPRETA COMO MENINGITIS CRIPTOCOCOCICA. SE INICIA TRATAMIENTO CON ANFOTERICINA B Y FLUCONAZOL. (800 mg/ día vía oral) Intercurre durante la internación con: Hipopotasemia , cited: Síndromes coronarios agudos Síndromes coronarios agudos. En XXX Congreso Nacional de la Sociedad Española de Medicina Interna (SEMI) y VII Congreso de la Sociedad de Medicina Interna de la Comunidad Valenciana (SMICV), Valencia, 18-21 de noviembre de 2009. 83 PROBLEMAS CARDIOVASCULARES descargar gratis PROBLEMAS CARDIOVASCULARES. Infecciones por protozoos y helmintos: consideraciones generales. 17. Enfermedades del riñón y de las vías urinarias. Enfermedades del aparato gastrointestinal. 1. Enfermedades del hígado y de las vías biliares. 3. Enfermedades del sistema inmunitario, del tejido conjuntivo y de las articulaciones. 1. Trastornos mediados por mecanismos inmunitarios. 3. Enfermedades del metabolismo mineral y óseo. 3 Medicina vascular - 2ª Edición hacer clic libro Medicina vascular - 2ª Edición (+. El dia 16 de anfotericina y fluconazol por persistencia de cefalea se realiza nueva PL. Se reciben resultados de cultivos: Debido a esto se indico fluconazol 1600 mg/dia vía oral. Se interconsulta con infectologia y se decide continuar con anfotericina y realizar nueva PL en 10 días. 14/5: presenta fiebre, se manda a cultivar punta de catéter. (con resultado negativo), se pancultiva descargar ENFERMEDADES DEL PERICARDIO epub. El programa se ha diseñado con un fuerte componente de autoaprendizaje y autoevaluación, antes de la evaluación final, para asegurar el aprendizaje de los contenidos que se adquieren de forma secuencial y progresiva a través del EVA. Por otro lado, la parte presencial se lleva a cabo en centros próximos al médico, de modo que se organizan sesiones conjuntas que permiten el desarrollo y aprendizaje práctico de las técnicas propias y diagnósticas de la ecografía Cardiología pediátrica Cardiología pediátrica. Fueron, además, fundadores de las sociedades de subespecialistas de su época: Cardiología, Gastroenterología, Hematología, Reumatología, Nefrología, Infectología, Endocrinología, Diabetología Reanimación cardiopulmonar descargar gratis Reanimación cardiopulmonar. En Diagnóstico Etiológico en Medicina Interna, del Síntoma a la Enfermedad. Grupo de Trabajo sobre Terapias Biológicas en EAS (BIOGEAS). Grupo de Estudio de Enfermedades Autoinmunes (GEAS). Sociedad Española de Medicina Interna (SEMI). Recomendaciones sobre el uso off-label de rituximab en enfermedades autoinmunes sistémicas 2009 Fisiopatologia De Las Cardiopatias Fisiopatologia De Las Cardiopatias. Con diagnostico probable de hemorragia alveolar difusa ingresa a la unidad de terapia intensiva pdf. Un segundo objetivo, no menos importante, es identificar a los pacientes con factores de riesgo cardiovasculares o portadores de diversas cardiopatías, que se beneficiarán con su tratamiento en el largo plazo, independientemente de la conducta que se adopte para la cirugía en cuestión. La correcta valoración preoperatoria debe incluir: anamnesis, exploración física y sus condiciones, el solicitar e interpretar con cuidado las pruebas de laboratorio solicitadas, información al paciente y familiares de los pasos clínicos, quirúrgicos y anestésicos a realizar, la selección de una buena premedicación anestésica y el obtener el consentimiento del paciente Cardiologia En Atencion Primaria Cardiologia En Atencion Primaria.


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